O que é Maçonaria

O então grão-mestre Bezerra Neto, do Grande Oriente Maçônico de Alagoas, quando adentrava ao recinto da 71ª Assembleia Geral Ordinária da COMAB - Confederação Maçônica do Brasil, dia 15 de junho de 2006, realizada em Natal, Rio Grande do Norte.


Abaixo, Winston Churchill e Franklin Delano Roosevelt

O que é Maçonaria

O que representa para a humanidade essa associação de homens que se unem pelo o amor fraternal?

A Maçonaria é uma associação de pessoas de mentes afins que preservam entre si princípios de fraternidade e se reconhecem por sinais, toques e palavras, além de ocultar os seus conhecimentos na interpretação dos símbolos e alegorias. Os Maçons reúnem-se em Lojas para o ideal de servir à Humanidade, à Pátria e à Família. É uma organização discreta que se auto define como filosófica, filantrópica e educativa progressista. Para manter a autenticidade dos seus ensinamentos e práticas ritualísticas preserva-se no direito de somente transmiti-los a seus membros, em Loja e à salvo da curiosidade profana. A Maçonaria usa um sistema de graus onde os ensinamentos são passados a seus membros por meio de uma Iniciação (Ritual de aceitação) e cada grau compreende uma etapa a ser vivenciada e apreendida pelos seus adeptos no tocante ao trabalho de construir templos à Virtude, combatendo os vícios e maus costumes. Os ensinamentos são transmitidos por meio de símbolos ligados à arte, à filosofia e à construção de uma maneira geral. O nome Maçonaria provem do francês maçonnerie ou do inglês masonry, que significa construção. Esta é feita por maçons (pedreiros livres) em suas lodges (canteiros de obras). Algumas correntes afirmam que a palavra é mais antiga e tem origem na expressão Copta Phree Messen, cujo significado é "Filhos da Luz". A maçonaria teve influência decisiva em grandes acontecimentos mundiais, tais como a Revolução Francesa, a Independência dos Estados Unidos e a Independência do Brasil. Seu empenho na defesa da legalidade e da cidadania tem sido relevante, a partir da Revolução Francesa em diante, combatendo levantes, sedições, revoluções e guerras separatistas em muitos países da Europa e da América.

No Brasil

No território nacional, destaca-se ainda a participação da Maçonaria na crucial História do Brasil, principalmente no Império e no primeiro período republicano. Sendo que muitos dos acontecimentos que se sucederam, tomaram corpo dentro de Lojas Maçônicas. Influenciou a Inconfidência Mineira, a Revolução Farroupilha (Guerra dos Farrapos), a Conjuração Baiana, a Revolução Pernambucana de 1917, a Guerra do Paraguai, a Abolição da Escravatura, a Proclamação da República. O imperador D. Pedro I foi o primeiro grão-mestre brasileiro (maior autoridade dentro da Maçonaria Simbólica). Na República, todo o ministério do primeiro presidente, o Maçom Deodoro da Fonseca, era composto por maçons.“A Maçonaria conceitualmente representa um meio de sociabilidade onde encontramos homens preocupados com a virtude, com a fraternidade, com a solidariedade, com a igualdade e com a liberdade. Entretanto, esta preocupação idealista dos maçons não os obriga a uma atitude extremada na busca dos seus objetivos. Os estudos de pesquisadores importantes, como os do jesuíta Ferrer Benimelli e de Oliveira Marques apontam nesta direção.”

O então grão-mestre Bezerra Neto, do Grande Oriente Maçônico de Alagoas, quando adentrava ao recinto da 71ª Assembléia Geral Ordinária da COMAB - Confederação Maçônica do Brasil, dia 15 de junho de 2006, realizada em Natal, Rio Grande do Norte.

Maçons Ilustres

Grandes homens: reis, presidentes, ministros, embaixadores, pertenceram à Maçonaria. Entre eles: Voltaire - filósofo Francês, J. W., Goethe - escritor Alemão, Ludwig Van, Beethoven - compositor Alemão, Wolfgang Amadeus, Mozart - compositor Austríaco, Napoleão Bonaparte - general e Imperador Francês, José de San Martín - general Argentino, Simon Bolívar - general Venezuelano, Franklin Delano Roosevelt, Louis Pasteur, Winston Churchil, San Martin, Robespierre e George Washington. No Brasil, pertenceram à Maçonaria personalidades como D. Pedro I, José Bonifácio, Diego Feijó, Gonçalves Ledo, Carlos Gomes, Joaquim Nabuco, Rui Barbosa, Quintino Bocaiúva, Duque de Caxias, Hipólito da Costa, general Osório, Lauro Sodré, Henrique Valadares, Mal. Mascarenhas de Morais, Marquês do Herval e Barão de Cairu; os presidentes Mal. Deodoro da Fonseca, Floriano Peixoto, Prudente de Moraes, Campos Sales, Nilo Peçanha, Hermes da Fonseca, Wenceslau Brás, Washington Luiz, Café Filho e Jânio Quadros, entre outros.